Apresentação

O Forlibi surgiu da necessidade de unir as línguas brasileiras de imigração com o objetivo de instaurar um diálogo permanente entre estas comunidades linguísticas, e se propõe a ser um espaço de pesquisa, mediação e articulação política em variadas frentes para o fortalecimento das mesmas. Reunindo falantes e representantes das línguas de imigração e de instituições parceiras, tem como propósito delinear ações coletivas para a promoção das línguas nas políticas públicas em nível nacional.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

IPOL em ação no Vale do Itajaí: Participantes do projeto Receitas da Imigração se emocionam ao receber livro

Dona Amélia Campestrini em Blumenau (Água Verde), entre Ana Paula Seiffert e Mariela F. da Silveira – Foto: IPOL

A equipe do projeto Receitas da Imigração esteve na região do Vale do Itajaí, em Santa Catarina, no último final de semana, dias 30 e 31 de janeiro.

Dona Vilma e seu Osório Vicenzi em Blumenau (Ponta Aguda) – Foto: IPOL

Na ocasião, Ana Paula Seiffert (coordenadora do Projeto Receitas da Imigração) e Mariela F. da Silveira (coordenadora do Projeto Línguas de Imigração como Patrimônio: (re) conhecendo a diversidade linguística no sabor da herança culinária) visitaram parte das famílias envolvidas no projeto.

Dona Isa Liesenberg em Blumenau (Itoupava) – Foto: IPOL

Um dos objetivos da visita foi a entrega dos exemplares da obra de mesmo nome às famílias que participaram da pesquisa (clique aqui para saber mais sobre o livro). A ação, além de oportunizar o retorno da obra aqueles que participaram das atividades de campo, pretendeu divulgar alguns desdobramentos deste trabalho que vêm sendo desenvolvidos na região.

Dona Matilde Bertoldi em Gaspar (Alto Gasparinho) – Foto: IPOL

Os reencontros e a entrega dos materiais foram muito emocionantes, os participantes manifestaram muita alegria com o resultado do trabalho e o fato de verem um pouco de suas histórias e línguas retratadas na publicação.

Dona Petronilha e Seu Alfonso Baader em Gaspar (Gaspar Alto) – Foto: IPOL

O Projeto Receitas da Imigração foi realizado através de Convênio com o IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e contemplou, além de receitas culinárias trazidas, transformadas e realizadas pelas comunidades de imigrantes, também memórias e histórias da adaptação dessas populações na Região do Médio Vale do Itajaí, em Santa Catarina, no sul do Brasil.

Dona Edite Manke em Indaial – Foto: IPOL

Dentre os próximos desdobramentos do Projeto Receitas da Imigração na região do Vale do Itajaí está a realização de oficinas do Projeto Línguas de Imigração como Patrimônio: (re)conhecendo a diversidade linguística no sabor da herança culinária, contemplado pelo edital Elisabete Anderle de estimulo à Cultura 2014.

Dona Helena Tarnowsy em Indaial (Polaquia) – Foto: IPOL

O Projeto prevê a realização de três oficinas objetivando promover a educação patrimonial com destaque ao cenário plurilíngue e multicultural e às histórias das imigrações e das comunidades linguísticas da região através da culinária.

Dona Verônica Malkowsky em Indaial (Estrada das Areias) – Foto: IPOL

As oficinas, ofertadas gratuitamente, serão realizadas neste semestre na Associação dos Municípios do Médio Vale do Itajaí (AMMVI), em Blumenau-SC nas prováveis datas de 19/03, 09/04 e 14/05/2016. Em breve serão disponibilizadas as instruções para as inscrições nas oficinas no blog do IPOL.

Seu Vendelin Malkowsky em Indaial (Estrada das Areias), na casa da filha Helena Malkowsky – Foto: IPOL

Fonte: e-IPOL

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Receitas para grandes emoções



A equipe do projeto Receitas da Imigração esteve na região do Vale do Itajaí, em Santa Catarina, neste final de semana, dias 30 e 31 de janeiro. Um dos objetivos da visita foi a entrega dos exemplares da obra de mesmo nome às famílias participantes do projeto (clique aqui para conhecer o livro Receitas da Imigração). A ação, além de oportunizar o retorno da obra àqueles que participaram das atividades de campo, pretende divulgar alguns desdobramentos deste trabalho que vem sendo desenvolvido desde 2012 na região.

Fonte: e-IPOL

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

IPOL em ação: Equipe do projeto Receitas da Imigração visita Vale do Itajaí

Continuidade das ações no Vale!

A equipe do projeto Receitas da Imigração estará na região do Vale do Itajaí, em Santa Catarina, no neste final de semana, dias 30 e 31 de janeiro. Um dos objetivos da visita é a entrega dos exemplares da obra de mesmo nome às famílias participantes do projeto (clique aqui para conhecer o livro Receitas da Imigração). A ação, além de oportunizar o retorno da obra àqueles que participaram das atividades de campo, pretende divulgar alguns desdobramentos deste trabalho que vem sendo desenvolvido desde 2012 na região.

Entre as atividades que darão continuidade às ações do IPOL no Vale do Itajaí está o projeto "Línguas de Imigração como Patrimônio: (re) conhecendo a diversidade linguística no sabor da herança culinária", contemplado pelo edital Elisabete Anderle de estimulo à Cultura 2014 (ver notícia aqui), e que prevê a realização de três oficinas objetivando promover a educação patrimonial com destaque ao cenário plurilíngue e multiculural e às histórias das imigrações e das comunidades linguísticas da região através da culinária. As oficinas serão realizadas neste semestre na Associação dos Municípios do Médio Vale do Itajaí (AMMVI), em Blumenau-SC. Abaixo apresentamos um quadro com uma versão preliminar da programação das oficinas.

Clique na imagem para ampliar.

Fonte: e-IPOL

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Minha Língua, Língua Materna: Colóquio pelo Dia Internacional da Língua Materna


O Evento “Minha Língua, Língua Materna” será realizado no dia 22 de fevereiro de 2016 (segunda-feira), gratuitamente, na UNIOESTE – Foz do Iguaçu-PR.

Acesse aqui a página do evento. 

Trata-se de um evento local com o objetivo de celebrar o Dia Internacional da Língua Materna.

O Dia Internacional da Língua Materna é celebrado desde o ano de 2000, em 21 de fevereiro. A data foi proclamada pela UNESCO com o objetivo de promover a diversidade linguística e cultural existente no planeta, bem como a salvaguarda das diferentes línguas, entendidas como repositórios de cultura, de saberes e constitutivas da identidade individual e coletiva de diferentes grupos. Saiba mais aqui.

O contexto em que se situa a UNIOESTE se caracteriza notadamente pela diversidade linguística e cultural, pela coexistência de diferentes comunidades linguísticas que conferem imensa riqueza para o município e região. A partir desta perspectiva, este evento tem como objetivo central valorizar esse potencial existente em Foz do Iguaçu e ressaltar a importância das línguas como formas de expressão de identidades individuais e coletivas e como uma forma de preservação de todas as culturas que conferem à Foz do Iguaçu uma beleza ímpar.

Para mais informações, acesse aqui a página do evento.

Fonte: e-IPOL

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Equipe do Projeto de Inventário da Língua Hunsrückisch (hunsriqueano) se reúne para definir primeiras ações

Cíntia Vilanova (ao fundo), Rosângela Morello, Tamissa Godoy, Ana Paula Seiffert e Mariela da Silveira – Foto: IPOL

Na tarde desta terça-feira, dia 19/01, em Florianópolis-SC, realizou-se a primeira reunião do ano com parte da equipe de colaboradores do projeto Inventário da Língua Hunsrückisch (hunsriqueano), língua de imigração brasileira. Estavam presentes a equipe do IPOL: Rosângela Morello (coordenadora-geral), Ana Paula Seiffert, Cíntia Vilanova, Tamissa Godoi, Mariela Felisbino da Silveira e Alberto Gonçalves. Também participaram por Skype a equipe de pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), instituição parceira do projeto: Cleo Vilson Altenhofen, Jussara Maria Habel, Angelica Prediger, Luana Cyntia dos Santos Souza, Lucas Löff Machado e Willian Radünz.

Na reunião foram discutidos os encaminhamentos e cronogramas para as primeiras ações do projeto que ora se inicia. O Inventário da Língua Hunsrückisch – uma parceria entre o IPOL, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e a UFRGS – foi um dos contemplados ano passado pelo Edital de Chamamento Público 004/2014 – Identificação, Apoio e Fomento à diversidade linguística no Brasil – Línguas de Sinais, Línguas de Imigração e Línguas Indígenas.

O Inventário da Língua Hunsrückisch tem por base o Projeto ALMA da UFRGS, coordenado pelo prof. Cleo Altenhofen, e será ampliado levando em consideração a perspectiva teórico-metodológica do Inventário Nacional da Diversidade Linguística (INDL). Além disso, abrangerá novas comunidades linguísticas, especialmente no Espírito Santo.

As pesquisas estão sendo desenvolvidas por pesquisadores do IPOL e das instituições parceiras, em estreito diálogo com as comunidades de falantes do hunsriqueano. Um dos objetivos é que a Língua Hunsrückisch seja reconhecida como referência cultural brasileira, como está previsto no âmbito da política do INDL.

Para Rosângela Morello, “a realização deste e demais projetos de inventário de línguas são importantes ações na direção da implementação do INDL e podem aportar novas contribuições tanto do ponto de vista metodológico quando das articulações políticas seja com os usuários das línguas, seja com instâncias do poder público, visando a plena instalação da política do INDL”.

Além do projeto de Inventário da Língua Hunsrückisch, o IPOL também coordena o Inventário da Língua Brasileira de Sinais (Libras), em parceria com o IPHAN e a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), contemplado no mesmo edital, e o Inventário da Língua Pomerana, aprovado no Edital de Chamamento Público CFDD (Conselho Federal Gestor do Fundo de Defesa de Direitos Difusos)/Ministério da Justiça nº 01/2015, em parceria com instituições e pesquisadores do Estado do Espírito Santo.

O INDL foi criado pelo Decreto Federal nº 7.387, de 09 de dezembro de 2010. De acordo com o relatório do Grupo de Trabalho que instituiu suas diretrizes, “o Inventário permitirá ao Estado e à sociedade em geral o conhecimento e a divulgação da diversidade linguística do país e seu reconhecimento como patrimônio cultural. Esse reconhecimento e a nomeação das línguas inventariadas como referências culturais brasileiras constituirão atos de efeitos positivos para a formulação e implantação de políticas públicas, para a valorização da diversidade linguística, para o aprendizado dessas línguas pelas novas gerações e para o desenvolvimento do seu uso em novos contextos”.

Fonte: e-IPOL

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

IPOL lança o livro “Receitas da Imigração”

Foto: Peter Lorenzo
Acaba de sair do forno nossa mais nova publicação: o livro “Receitas da Imigração”, resultado final do Projeto Receitas da Imigração – Língua e Memória na Preservação da Arte Culinária (ver blog aqui), realizado através de Convênio com o IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. O livro ora lançado pelo IPOL é uma edição plurilíngue – em português e em línguas de imigração – contemplando, além de receitas culinárias trazidas, transformadas e realizadas pelas comunidades de imigrantes, também memórias e histórias da adaptação dessas populações na Região do Médio Vale do Itajaí, em Santa Catarina, no sul do Brasil.

Produzida a oito mãos: Ana Paula Seiffert, Mariela F. da Silveira, Peter Lorenzo e Rosângela Morello, a publicação sai pela Editora Garapuvu e conta também com a inestimável participação de falantes das línguas de imigração que compartilharam nas entrevistas do Projeto, além de receitas consideradas fundamentais no estabelecimento dos imigrantes na Região, também um pouco da história de vida das famílias.

O material, com textos em português e receitas traduzidas nas línguas de imigração faladas na região abarcada pela pesquisa, a saber, variedades de alemão, polonês e italiano do Vale do Itajaí, será inicialmente distribuído gratuitamente às comunidades envolvidas e aos parceiros. Caso um membro da comunidade linguística, professor ou pesquisador queira receber um exemplar, é preciso entrar em contato pelo e-mail ipol.secretaria@gmail.com, solicitando o envio. As despesas de correio são por conta do solicitante.

Está prevista, ainda, para fevereiro de 2016, uma cerimônia de lançamento com mesa-redonda que abordará o processo de pesquisa e de construção do material, além dos resultados alcançados. Em breve será divulgado o convite com todas as informações necessárias sobre o evento, o qual ocorrerá na Região do Médio Vale do Itajaí. Confira mais abaixo o sumário da publicação.

Dando continuidade a esse trabalho, a equipe do IPOL executa outro projeto para aprofundar as discussões realizadas no Receitas da Imigração: Receitas da Memória, os sabores da imigração em Documentário, também através de convênio com o IPHAN. Essa parceria prevê a realização de um documentário abordando o caminho de sabores e memórias da imigração no Estado de Santa Catarina, apresentando ao público a história de imigrantes e suas referências identitárias.

E, mais recentemente, com objetivo específico de promover a discussão local sobre políticas públicas de fomento e salvaguarda de línguas como  patrimônio imaterial, sob a orientação dos preceitos da educação patrimonial,  foi aprovado o projeto: Línguas de Imigração como Patrimônio: (Re)conhecendo a Diversidade Linguística no Sabor da Herança Culinária. A iniciativa será fomentada por meio do Prêmio Elisabeth Anderle de estímulo à  Cultura – 2014, contemplando a execução de oficinas com o objetivo de discutir e refletir com as comunidades  linguísticas abarcadas o lugar das línguas de imigração, na comunidade e na política nacional de salvaguarda. O público-alvo previsto contempla gestores locais (representantes de Secretaria de Cultura, Secretaria de Educação, representantes de associações, professores, lideranças locais e a comunidade em geral e as oficinas serão realizadas no município de Blumenau durante o ano de 2016. Em breve o cronograma completo será divulgado.

Foto: Peter Lorenzo
Ficha Técnica
Receitas da Imigração
Ana Paula Seiffert,
Mariela Felisbino da Silveira,
Peter Lorenzo e
Rosângela Morello
Florianópolis: IPOL : Editora Garapuvu, 2015. 104p.
ISBN – 978-85-86966-85-9


Sumário da Publicação
Apresentação
Prefácio
Introdução
Capítulo 1 – Memória & História
Coração de boi recheado | Gefülltes Rinderherz | Nadziewane serca wołu | Cuore di manzo ripieno – Petronília Baader
Experimente também!
Capítulo 2 – As imigrações
Sopa de vagem | Zupa z zielonej fasolki | Zupa di fagiolino | Grüne Bohnen Suppe – Vendolin, Verônica e Helena Malkowsky
Experimente também!
Capítulo 3 – Identidades
Broa de cará na folha de bananeira | Brot aus Cará und Süßkartoffeln | Pane di cará e patata dolce | Chleb z “cará” i słodkie ziemniaki – Rovena Knoop
Experimente também!
Capítulo 4 – História das adaptações
Chuchu na manteiga queimada | Chuchu in gebräunter Butter | Kolczoch jadalny w palonego masła | Chuchu nel burro bruciato – Edith Manke
Experimente também!
Capítulo 5 – Territorialidade e estabelecimento de redes
Nhoque de colher | Nhoque di cucchiaio | Löffelgnochi | Gnocchi – Vilma Ida e Osório Vicenzi
Experimente também!
Capítulo 6 – Redes de sociabilidade e solidariedade
Minestra | Minestra | Minestra | Minestra – Matilde e Hercílio Bertoldi
Experimente também!
Capítulo 7 – Usos e representações das línguas de imigração
Pagibroda | Pagibroda | Pagibroda | Pagibroda – Helena Tarnowsky
Experimente também!
Capítulo 8 – Papel das instituições e festividades na manutenção
de práticas culturais e linguísticas
Polenta com fortaiote | Polenta + fortaiote | Polenta + fortaiote | Polenta + fortaiote – Oliva e Mario DaRui
Experimente também!
Capítulo 9 – Força de trabalho e o papel da mulher
Pudim de banana | Bananenpudding | Budyń bananowy | Budino di banana – Hannah Lohre Dahlke
Experimente também!
Capítulo 10 – Futuro das receitas, das línguas
Repolho recheado | Cavolo ripieno | Gefüllter Weißkohl | Gołąbki – Amélia Campestrini
Experimente também!
Considerações Finais
Notas
Referências

Leia também:

Fonte: e-IPOL

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Lançado livro “Pomeranos no Brasil: olhares, vozes e histórias de um povo”

Livro “Pomeranos no Brasil” é lançado no Arquivo Público do Estado do Espírito Santo

Os pomeranos, que chegaram ao Brasil a partir da segunda metade do século XIX, têm hoje a sua língua oficializada, junto ao português, em cinco municípios capixabas. Para abordar a saga desse grupo de imigrantes europeus que escolheu o país em busca de novas oportunidades, foi lançado no Arquivo Público do Estado do Espírito Santo, nesta quarta-feira (02), às 19h, o livro “Pomeranos no Brasil: olhares, vozes e histórias de um povo”.

A obra é uma iniciativa dos doutorandos do curso de Sociologia do Instituto de Pesquisas do Rio de Janeiro (Iuperj) e contou com a participação dos seguintes especialistas e estudiosos: Ismael Tressmann, Joana Bahia, Patrícia Weiduschadt, Regina Rodrigues Hees, Rosemeire Silva de Souza, Ivan Seibel, Maria Verônica Aguilera e os organizadores Sandra Márcia de Melo e Marcos Teixeira de Souza. Nela, os autores discorrem sobre temas como os aspectos da fala, as categorias lexicais e o cotidiano, a cultura, história e identidade dos pomeranos no Espírito Santo, com destaque ao município de Santa Maria de Jetibá e o Rio Grande do Sul.

Pomeranos no Brasil
Na apresentação da obra o professor Jacques d’Adesky destaca que a falta de terras, o excesso de trabalho e a precariedade de direitos foram alguns dos motivos que levaram pessoas da Pomerânia Oriental a buscarem no Brasil uma nova vivência. Entretanto, as condições de pobreza e as dificuldades que encontraram na “terra dos sonhos” não diferiam muito da servidão feudal em que viviam no velho continente.

Segundo d'Adesky o conjunto dos textos presente no livro permite ao leitor observar o assunto através de olhares e ângulos diversos. “Cada uma dessas abordagens levanta questões que se fundem e se complementam. O cruzamento desses trabalhos possibilita desmistificar alguns clichês e estereótipos que persistem como voz corrente até os dias de hoje de que a interação dos migrantes pomeranos foi cordial e harmoniosa com os locais” comenta. 

Informações à imprensa:
Arquivo Público do Estado do Espírito Santo
Jória Motta Scolforo
3636-6117/99633-3558
comunicacao@ape.es.gov.br
Instagram: ArquivoPublicoES